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#36 A Metamorfose, Franz Kafka

Hey turma, tudo beleza? No #desenrolandoolivro de hoje vamos falar sobre A metamorfose de Franz Kafka. Contar uma coisa, eu acabei c...

domingo, 5 de novembro de 2017

#39 Versão 2.0 – Jhefferson Passos


Hey turma, tudo beleza? #desenrolandoolivro de hoje é o conto Versão 2.0 do nosso parceiro Jhefferson  Passos.
Em um mundo futurístico onde a doença do envelhecimento foi vencida e a vida pode ser transferida será possível atualizar o software do nosso cérebro programando-o para prever acidentes, assassinatos, tragédias e até mesmo pequenos incidentes.
Esse é o melhor método de evitar muitos problemas e manter a segurança de quem amamos.
Será que existe um seguro de vida melhor que esse? Talvez isso não seja exatamente um privilégio.
O conto vai nos apresentar a Cesar, um homem de meia idade que vai atualizar seu Nostradamus, o software que lhe dará o poder de prever possíveis “imprevistos” até 1 ano adiante, mas  não é possível mudar o passado, apenas ‘para frente, como um rio”.
Passado o período de empolgação inicial onde Cesar programava o despertador para todos os incidentes menos graves o software foi reduzido a um app silencioso, até que acontece algo grave com sua filha, fato esse que não estava incluso no pacote do software.
Após uma atitude impensada Cesar acaba tendo que escolher entre ser ‘transferido’ para o corpo de um animal qualquer prestes a ir para o abatedouro, que seria o equivalente a pena de morte, ou submeter-se a um RESET e a possibilidade de recomeçar, literalmente.
E se a realidade for muito pior que isso? E se fosse possível que sejamos desconectados, se tudo que vivemos até hoje fosse uma grande mentira, uma farsa, você ia querer saber a verdade? Ou apenas seguiria a massa? Seria a ignorância uma benção?

Minha opinião
Jhefferson é tão bom em criar situações de ficção quanto seus contos de terror terrível. O autor sempre consegue criar uma realidade que talvez você não tenha pensado ainda, e fazer o leitor tirar muitas reflexões sobre o assunto.

O ser humano é tão vulnerável, com um corpo perecível, mas com uma mente brilhante capaz de criar tantas coisas grandiosas como tudo que temos e compartilhamos diariamente que não seria difícil imaginar um mundo feito de realidade virtual onde nossa consciência permanece, mas nosso corpo já se desfez à tempos... 

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